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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Review: Marvel Apresenta 31 – As Incríveis Aventuras de Stan Lee




Este review tá bem atrasadinho, mais pelo tempo que saiu a revista por aqui (agosto) do que outra coisa, já que faz pouco tempo que eu a li, mas uma coisa que eu percebi em outros sites e blogs é que review de revista é uma coisa que costuma atrasar mesmo, então acho que tô na tolerância e vou escrever desse gibi assim mesmo.

Depois dessa desculpa esfarrapada, vamos aos trabalhos - só deixa eu buscar o charuto, a farofa amarela e a pipoca. As Incríveis Aventuras de Stan Lee é uma série comemorativa que a Marvel lançou nos states no ano passado pra comemorar os 65 anos de Stan “The Man” Lee na editora. São 5 edições especiais, com algumas de suas criações preferidas (Homem-Aranha, Doutor Destino, Doutor Estranho, Coisa e Surfista Prateado) e em cada, uma historia escrita pelo próprio Lee, uma secundária produzida por outros grandes nomes da industria dos quadrinhos norte-americana – tirando o Jeph Loeb, que seria bem melhor que ficasse de fora, só fazendo consultorias pra séries de tv, pelo menos lá, a gente não sabe exatamente o que ele faz na verdade e se ele fizer alguma cagada não vai incomodar ninguém. Se bem que até a historinha do Loeb, apesar de ser a mais fraca de todas, não foi tão ruim assim, ficando bem acima de algumas coisas medonhas como Superman / Batman e Ultimates Vol. III (o qual eu ainda nem vi e já não gostei).

De bônus, ainda tem várias historias curtas de artistas independentes americanos como Fred Hembeck (Fred Hembeck Destroys The Marvel Universe) e o Chris Giarusso das tirinhas Pequenos Heróis Marvel que saiam na seção de cartas das revistas quando a Panini começou a publicar a Marvel em 2002 aqui no Brasil.

A primeira historia mostra o encontro do velho mestre com o monarca da Latveria, o Doutor Destino, que pra muitos é o maior vilão de todos os tempos – bem, eu prefiro o Magneto (lá vem porrada…). O legal nessa história é ver depois de infinitas interpretações, o velho Doutor dos primórdios do Universo Marvel. Cara, é a melhor interpretação do Doutor Destino de todos os tempos – a da fase do Byrne no Quarteto tá quase lá também.

As antigas historias do Quarteto eram espetaculares, principalmente por sua simplicidade. O Doutor Destino é o clássico vilão que sempre tem um plano mirabolante e se ferra no final. E foi essa essência clássica dos vilões de contos de fadas que Lee utilizou em sua abordagem do fanfarrão-mor da Marvel, um vilão que é pura e simplesmente mau e é a representação perfeita do arquétipo do vilãozão sem pretensão alguma de que seja um vilão pra ser levado a serio – confiram principalmente os diálogos. O Doutor Destino pra mim é um cara que é mau e pronto. Sem frescuras, sem rodeios. E o véio sabe como mostrar isso – afinal foi ele quem o criou.

O desenho de Salvador Larroca dá o ar de “nobreza” que a historia pede, principalmente por se passar no reino da Latveria, na sala do trono do Doutor Destino e bla, bla, bla. É um estilo que chega a ser meio cansativo, devido ao seu virtuosismo plástico e se apoiar muito nas cores, mas ficou bacana, talvez por a historia ser mais curta do que o convencional.

Em seguida, ele… o homem, o mito, amado por alguns (poucos) e odiado por (quase) todos: Jefe Lobo e seu parceirinho de quase todas as horas: Ed Mc Guinness. Aqui, ele não deu mais uma de suas habituais mancadas e sua historinha até serviu pra complementar a anterior, dando um apanhado geral dos confrontos entre Destino e o Quarteto Fantástico na fase Lee/Kirby. Finalzinho previsível, mas legal – Pro Loeb.

Tem uma Historinha de duas páginas “Fiel Leitor” bem bacaninha, mas não creditada.

Na historia de Lee com o Doutor Estranho, o que chama a atenção mesmo pra mim, é ver um dos meus desenhistas preferidos de todos os tempos: Alan Davis – o cara pra quem o rei dos fanboys, Bryan Hitch deve o seu braço direito. Cara, eu sou muito fã do trabalho do Alan Davis. É claro que em certas partes, seu desenho é totalmente previsível e algumas cenas remetem à outras já vistas anteriormente. Mas mesmo assim, ele tá no topo pra mim dos desenhistas que eu mais curto e se tivessem chamado o cara pra fazer Civil War, teria sido espetacular. Quanto a historia, bem esquisitinha, mas legal até. De primeiro, não tinha curtido muito essa, mas depois lendo outra vez, simpatizei mais com ela. Tudo OK até aqui.

E continua melhor ainda: a historia do Homem Impossível serve meio que como uma breve análise-retrospectiva-critica dos últimos acontecimentos que ocorreram na Marvel e foi feita pela dobradinha manjada das historias do Aranha Ultimate: Bendis e Bagley. Muito legal mesmo. Teve até uma cutucadinha nas merdas que o Strasczinsky (acho que escrevi certo, se não, algum corno que se habilite a corrigir e deixe um recado em alguma comunidade no Orkut) andou fazendo com o Homem-Aranha tradicional. Mas então, legal mesmo essa historia e o tour do Impy pela redação da Marvel ficou muito engraçado. Uma coisa que eu tava pensando: não podiam ter escolhido personagem melhor pra essa historia. Não só por causa das habilidades de teleporte do Homem Impossível, mas sim por utilizá-lo como um recurso pra representar o típico leitor e fã xiïta de quadrinhos que esperneia quando mexem em algum “cânone sagrado”, quando ocorre alguma mudança nos personagens e no jeito de se contar as histórias. E qualquer leitor da Marvel sabe que o Homem Impossível não passa de uma pateta e que ninguém o leva à serio – assim como leitores xiitas não merecem serem levados a serio e não, não sou um deles por escrever aquela critica da Civil War, a galera é que me entendeu mal.

Diretor Stanley, do Chris Giarusso é bem engraçadinha também, mas quem lia as tirinhas dele que saiam aqui nas revistas da Panini e no site da Marvel vai achar que duas páginas foi muita encheção de lingüiça (pelo menos eu achei).

Podem me achincalhar, mas eu me decepcionei um pouco com a historia do Aranha. Eu esperava alguma coisa diferente, sei lá… Parece que ficou meio manjada principalmente pelo lance do Aranha aparecer pra pedir uns conselhos pro bambambã. Muito parecida com a historia do Destino, mas foi uma sacada muito boa a resposta que Lee deu pro Aranha. Outra coisa pra dar uma olhada é na hora que Stan põe um disco do Jorge Ben na vitrola e vai rolando uma letra de alguma música e os desenhos estilão retrô, puro anos 70. Mais uma prova do que a criatividade é capaz pra superar as barreiras e limites de uma mídia sem som e movimento. Pontos pro desenhista Olivier Coipel e o colorista Morales.

Depois disso, o momento mais nerd da revista. Eu curto muito o que o Joss Whedon vem fazendo em Astonishing X-men, mas essa história – mais a conversa dos 3 caras me deu nojo. Parece aquela música do Legião …festa estranha, com gente esquisita… - Eduardo e Mônica. Só que aqui ficaria “convenção estranha, com nerds esquisitos, eu não to legal…”.
Tem umas sacadas legais tipo: O Quarteto Normal, O Incrível Doc Banner de Mau Humor, Gwen Stacy morta por Herpes-Zoster… mas é muita nerdice pra mim. Não gostei.

Nos anos 80 saiu uma revista chamada Fred Hembeck Destroys The Marvel Universe de um tal de… tcharans, Fred Hembeck. Nunca li essa historia e nem sei quem c@r@lh0$ é Fred Hembeck, só sei que é uma puta esculhambação com os heróis Marvel e só. Na historinha de duas páginas dele, dá pra perceber um estilo bem MAD, bem americanóide, mas mesmo assim é uma boa história.

Não tem muito o que dizer da historia do Coisa. É um dos personagens mais bem definidos dos quadrinhos e tem mais personalidade do que toda a Liga da Justiça junta. Você lê e sabe quando ele está sendo escrito de maneira errada, bem diferente de… por exemplo, o Super-Homem mesmo. Tem historias que o Azulão é retratado de maneira simplória, inseguro, humilde e em outras arrogante, prepotente, o salvador da humanidade. É um personagem que não tem apelo nenhum pra mim, assim como o Batm… vou parar por aqui. Não quero que minha casa seja bombardeada e meu cachorro assassinado (quando eu tiver um) por algum fã indócil. Voltando à historia do velho sobrinho da Tia Petúnia…não tem como errar aqui, ainda mais com o pai da criança conduzindo a história. E o mais do mesmo também serve pro Lee Weeks, sempre competente em seu traço, diferente de outros desenhistas da sua geração que se tornaram mais relaxados com o tempo e o computador.

E em seguida uma (boa) surpresa: depois de tantos escritores “hypados”, queridinhos do momento (Bendis, Whedon, Loeb…) um momento Old School. Quem assume em seguida é o lendário Roy Thomas, ex editor chefe da Marvel nos anos 70 e discípulo do velho mago (ops, acho que esse era o Ozzy… ah, whatever…nevermind). Mais do que o traço do Scott Kollins, o grande barato dessa historia pra mim foi o de mostrar alguns personagens obscuros do passado da Marvel na era de ouro. O tal de Pai Tempo eu nunca tinha ouvido falar e muito menos que foi criado por Lee. Vivendo e aprendendo.

Muito comédia a historia com o Blob. Mais uma vez, Marvel in MAD way.

Diferente de tudo o que já fez antes com o Surfista Prateado, Lee nesta edição aproveita o ensejo, mais pra tirar um sarro do que qualquer outra coisa. Famoso por suas ponderações filosóficas, aqui o Surfista é mostrado mais como um chato de galocha falador e totalmente insuportável – assim como muitos estudantes de história, filosofia, “pensadores”, “góticos”, “poetas” e “revolucionários” que eu tive o desprazer de conhecer. Vale dizer também que este foi um dos últimos trabalhos do falecido desenhista Mike Wieringo pra Marvel.

Paul Jenkins é um escritor muito irregular. Apareceu como uma grande promessa de sua geração, mesmo já não sendo um novato e apesar de ter ganho um Eisner com a mini serie dos Inumanos, depois disso não produziu mais nada à altura, com trabalhos apenas medianos. Em O Mágico, Jenkins conta uma história simples, mas precisa e super bem bolada – pra uma puta babação de ovo. Mas no conjunto da obra ficou impecável. Depois de ler isso, sinceramente dá pra botar uma fé que ainda vai sair alguma coisa de muito bom com o nome de Paul Jenkins. Vamos esperar pra ver.

E pra fechar, uma historia hilária com alguns dos vilões mais babacas e obscuros da Marvel. Bem que podiam ter mais coisas nessa linha.

Na sua maioria, dá pra perceber um meio-a-meio no conjunto de histórias apresentadas aqui: nas escritas por Lee, total desencanação e até mesmo uma auto-zoeira consigo mesmo. O que é muito legal – por mais que Stan Lee seja realmente uma lenda viva da cultura pop (e ele sabe disso!), ele não caiu na armadilha que muitos outros – as vezes nem tão privilegiados como ele – caem: de serem prepotentes, arrogantes cheios de si e se levarem a sério ao extremo. Alan Moore é o maior exemplo. É inegável a enorme contribuição que ele prestou aos quadrinhos, mas o cara tem um ego desgraçado. E quer saber? Alan Moore nunca vai ser e nem chegar perto do que Stan Lee é e criou – agora f***u… tô morto. Agora já na parte em que são outros escritores pagando tributo ao velho mestre, se nota total reverência à pessoa e à obra de Stan Lee. E é 100% merecido. Esse é o cara que criou (with a little help of her friends, Kirby e Ditko) esse mega império que hoje é a Marvel. Os melhores personagens. As melhores histórias. Os melhores gibis. Stan Lee fez tudo isso e com seus mais de 80 anos ainda ta na ativa até hoje, seja fazendo pontas nos filmes da Marvel ou escrevendo gibis como este, o bom velhinho não para – o que é ótimo. Como fã, eu me interesso em tudo o que tenha o nome Stan Lee impresso por saber que lá vai ter o que eu procuro: diversão total e sem frescuras.

Eu me lembro quando eu comecei a ler os meus primeiros gibis, isso em 86, 87… e sempre tinha lá no título a famosa chamada Stan Lee apresenta. Eu falava para todo mundo que ele era o dono da Marvel e que um dia eu ia ser desenhista, ir pros EUA trabalhar lá e conhecer o meu ídolo. Daí para cá, já foram 20 anos, nunca fui pros Estados Unidos e não conheço Stan Lee, mas ao ler historias como esta e mesmo entrevistas ou textos escritos pelo Mestre, é impossível deixar de ter a impressão de que além de ter sido responsável pela revolução que mudou a história dos quadrinhos nos anos 60 e de ter criado o meu personagem preferido, um tal de Peter Parker, o velho Stanley Lieber deve ser um tiozinho muito gente boa.

Então, Marvel Apresenta 31 – As Incríveis Aventuras de Stan Lee é uma revista bem bacana, bem escrita, bem desenhada, sem amarras de cronologia, sem necessidade de ler as histórias da Marvel dos últimos 20 anos se bem que fica mais divertida se você for “das antigas”, mas isso não influencia em nada. É uma revista indicada pra qualquer um e que diverte e entretém à todos, o que o principal. Vale a pena dar uma conferida por todos, sejam leitores ocasionais ou fãs hardcore. Diversão 120% garantida, eu “recomendio” e “agarantio”.

E tenho dito!



Saca só essa: Pra homenagear o criador dos melhores heróis de todos os tempos, My Hero do Foo fighters, gravada ao vivo quando eles vieram aqui no Rock in Rio 3 em 2001:

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

New Avengers 32 - Traduzida


*(Clique no desenho pra visualizar melhor)





Semana 01, dia 3

New Avengers 32 – Agosto 2007
A Verdade – Parte 01 Review



Brian Michael Bendis – Roteiro
Leinil Francis Yu – Desenhos
Dave Mc Caig – Cores

Então vai começar mesmo essa tal de “Invasão Skrull” que vem sendo noticiada pela mídia especializada como o próximo evento bombástico da Marvel. Se você acompanha freqüentemente os veículos de comunicação (fóruns, sites, etc.) que tratam de quadrinhos, com certeza já ouviu sobre isso nos últimos tempos. “Os Skrulls estão vindo ai e o bicho vai pegar.” - “Eles estiveram agindo por trás das cortinas por muitos anos e agora se preparam para o ataque final.”
E os primeiros indícios de uma conspiração que vem sendo executada ao longo dos anos e em todo o Universo Marvel, começam aqui, nesta edição. Então se você está acompanhando o que está saindo da Marvel por aqui no momento, passe longe das linhas abaixo para não estragar qualquer surpresa que venha a ter no futuro – coisa quase impossível nos dias de hoje, graças à globalização e ao fácil acesso a informação (Santa Internet, Bátema!)
Então é isso… tem uma raça de sanguinários guerreiros alienígenas verdes, com o queixo enrugado e de orelhas enormes que podem se passar desde pelo “saudosissimo velho batuta” Osama Bin Laden (por onde andará o mestre?) até a deliciosa Jessica Alba – será que o Renan também não é um Skrull? Hum, talvez… talvez…
Mas voltando ao universo Marvel - nada é tão explícito ainda, como é de costume nas histórias que Bendis vem fazendo durante seu período como o “homem das idéias” da “casa das idéias”, sua narrativa é lenta, esparsa, não muito clara e sem muitos detalhes até o momento. É incrível como se lê rápido uma revista de New Avengers. A sensação às vezes é de que não se acrescentou nada ao desenvolvimento da história, como se 22 páginas de um gibi do Bendis equivalesse a 5 páginas de um outro qualquer. Assim, o espaço não rende e no final das contas, é preciso 4, 5 edições para contar uma única história – que poderia muito bem ser resumida em duas, três e sem perder o contexto. Às vezes sai umas coisas bem legais, como a sua fase no Demolidor, onde tinham muitas narrativas espetaculares e inovadoras para contar uma história. Em outras, a impressão que fica é de entressafra de idéias, utilizando edições inteiras de conversa entre os personagens que não levam a lugar algum, com um desenvolvimento lento e laborioso de um conceito simples na maioria, apenas para tapa-buraco.
O que sabemos até agora, é que depois da Guerra Civil (Spoiler alert), os Vingadores se dividiram em dois grupos (os principais, é claro, sem contar com o titulo Avengers: Initiative, que conta com uma equipe de Vingadores em cada estado americano): o do Homem de Ferro, que agora é o diretor da SHIELD, o grande irmão com cartazes nazistas de registro espalhados por toda Nova Iorque – os Mighty Avengers, que agem sob sanção do governo e os New Avengers, que decidiram se manter na clandestinidade: Homem-Aranha, Wolverine, Mulher-Aranha, Punho de Ferro, Eco (da fase de David Mack no Demolidor), um novo Ronin (!), Doutor Estranho(!!) e Luke Cage, que agora é o novo líder desta nova formação (!!!!!!!!!!!!!!!!).
Depois de um embate entre as duas equipes, mostrado em edições anteriores, o grupo de Cage parte para o Japão para regatar Maya Lopez – Eco – que está sendo mantida prisioneira peloTentáculo e por sua líder, Elektra. Depois de um quebra entre os Novos Vingadores e os ninjas, Eco perfura Elektra com uma adaga, que ao morrer reverte à sua verdadeira forma: advinha - um… Skrull (será que Frank Miller sabia disso e não quis dizer para ninguém? Sacaninha…)! Este é o ponto de partida desta edição: os Novos Vingadores retornam para os Estados Unidos com o corpo do Skrull e discutem o que fazer com o que eles têm até o momento. Do meio pro final acontece uma reviravolta surpreendente mas nem tanto para quem também acompanha o outro título – Mighty Avengers, que deixa uma expectativa muito grande para o que vai acontecer na edição seguinte.
Basicamente a edição se resume ao Wolverine falando sozinho metade da história, um Homem-aranha sonso e uma mudança brusca no andamento da história, e ficou muito bom! Apesar de tudo o que foi dito antes acima, de que o Bendis é um tremendo enrolão de mão cheia, esta história ficou bem bacana e cumpre o seu propósito de entreter e manter o interesse nesses Novos Vingadores, apesar de ter uma formação no mínimo inusitada – bem Street Fighter na minha opinião.
Esse prelúdio do novo evento Marvel começou muito bom, mesmo sendo uma preparação de uma historia de propósito duvidoso – para não ser mais maldoso.

Nota: 8,5 - pela preparação do cenário, primeiro com um clima tenso de interrogatório – Bendis verborrágico como sempre - e depois com o final eletrizante garantindo uma expectativa para a edição seguinte. Só perde 1,5 pela caracterização do Aranha, que nos Vingadores ficou muito bobo – boçal até em alguns momentos.

Saca só essa (1): se quiser ver por si mesmo esta história, baixe aqui: http://www.4shared.com/file/24634915/9fab51c0/32_online.htmla edição traduzida por este humilde criado. A próxima, New Avengers 33 sai semana que vem, traduzida também. Bom dizer que este é o meu primeiro trabalho de tradução, então há alguns errinhos de digitação que foram percebidos posteriormente e que serão evitados no futuro, ok ok?

Saca só essa (2): http://www.4shared.com/file/24635768/1c79f1d5/Limp_Biskit_-_fath.html Esse som tem tudo a ver com essa história: é uma música mela cueca do George Michael que foi regravada pelo Limp Bizkit. Começa suave e depois mete os dois pés na porta, como quase todas musicas de New Metal. Bem ao clima desta edição. Além disso, ela tem menos de 4 minutos, que é o tempo que mais ou menos se leva para ler o gibi todo.



-Plantão do Plim-Plim: Saiu hoje o Teaser Trailer da saga Secret Invasion onde vai desembocar tudo isso que tá sendo desenvolvido a partir da edição passada e desta:http://link.brightcove.com/services/link/bcpid1185097523/bctid1184505163
É isso aí... vamos ver no que vai dar.